Etapas de Intervenção

O percurso para uma vida nova

Vai ao encontro dos toxicodependentes que por si próprios já não têm capacidade de pedir ajuda, procurando estabelecer a sua ligação com a rede de apoio existente, desenvolvendo paralelamente um processo de motivação e encaminhamento para o rastreio de saúde e tratamento.

Desloca-se formalmente aos Hospitais, Estabelecimentos Prisionais, Centros Paroquiais, ET´s e, informalmente, aos locais de consumo ou a algum outro lugar que lhe tenha sido assinalado como precisando de ser visitado.

Tem ainda um protocolo estabelecido com o Centro Regional da Segurança Social de Almada, realizando o acompanhamento de casos no âmbito do RS e Acção Social, encaminhamento para tratamento e grupos de apoio e auto-ajuda. Todas estas situações são para utentes com consumos esporádicos ou regulares que necessitam de apoio.

Funciona em articulação com o Sector de Primeiras Entrevistas.

Realiza com o toxicodependente um trabalho de motivação, com vista à entrada na Comunidade Terapêutica. Paralelamente é tratado todo o processo de entrada, nomeadamente os requisitos médicos, encaminhamento para as Equipas de Tratamento respectivas e a articulação com a rede de apoio existente.

As entrevistas são realizadas em vários locais de atendimento. Veja mais em PRECISA DE AJUDA?

Se precisa de ajuda ou se é familiar, amigo ou conhecido de alguém que precisa, não hesite em contactar-nos.

O processo de intervenção começa com uma entrevista inicial, que pode ser marcada através do número de telefone 21 272 12 20.

Será atendido no prazo máximo de uma semana.

As entrevistas são realizadas nos seguintes locais de atendimento:

• Rua D. Álvaro Abranches da Câmara, 4 — 2800-016 Almada
De 2ª a 6ª feira, das 09h15 às 17h30
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• Basílica dos Mártires, no Chiado em Lisboa
Com marcação prévia.
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Para quem não se pode deslocar por meios próprios aos centros de atendimento existentes, a Associação dispõe de uma EQUIPA DE INTERVENÇÃO DIRETA que se desloca aos locais necessários.

Pode pedir o apoio da Equipa através do 21 272 12 20 ou do 914985564

É a primeira fase do programa perapêutico- educativo. É uma comunidade mista, hierárquica, com uma media mensal de 60 residentes.Tem uma duração média de 12 meses.

Na Comunidade Terapêutica é trabalhada a vida de relação, a história pessoal e a área emocional, por forma a promover a motivação e o sentido para uma mudança de vida.

A intervenção terapêutica-educativa realiza-se através de acompanhamento individual, grupos de auto-ajuda, seminários formativos, grupos de expressão de sentimentos: terapia pela arte, dramatizações, bonding, acompanhamento familiar paralelo, grupos de prevenção de recaída.

A estruturação do dia-a-dia é realizada com especial atenção ao desenvolvimento de competências e ao rigor no cumprimento das tarefas diárias.

A Comunidade Terapêutica acompanha também pessoas com problemas de abuso e dependência de álcool, com um programa que tem a duração média de 6 meses.

Recebemos ainda, na mesma Comunidade, num Programa devidamente adaptado, pessoas toxicodependentes com duplo diagnóstico (doença mental concomitante).

A Comunidade Terapêutica está licenciada pela SICAD e tem 77 camas protocoladas.

• Continuação do processo de crescimento pessoal no sentido de uma menor protecção e um maior contacto com o exterior;

• Levar à plena inserção no mercado de trabalho, familiar e social;

• Verificação e reforço de autonomia do indivíduo e sua inserção no ambiente social, cultural, laboral e familiar;

• Consolidação de um estilo de vida.

• Consolidação de um estilo de vida.

O Apartamento de Reinserção tem 16 camas protocoladas pelo Centro Regional de Segurança Social.

O fim do programa dá-se com a Graduação do utente que completou todo o percurso terapeutico-educativo. É como se fosse o dia dos anos, com a alegria de quem percebe que a sua vida é querida. Com o gosto de ver que os outros vêm à festa com gosto.

Ás vezes tem mesmo qualquer coisa de um casamento, com roupas novas, grandes abraços, palmadas nas costas, e votos e desejos de felicidades, e uma bela festa com muita gente.

Nesse dia a esperança é coisa presente no tempo presente, como facto e responsabilidade. E, por isso, nova esperança se abre: promessa e aventura face à vida. E assim se empenha o tamanho da liberdade reencontrada. Agora é seguir vivendo, apontado a qualquer coisa construtiva.

Às vezes, muitas vezes, a saúde, tal como a mede a medicina, é pouca. Tantas vezes, as precariedades no mundo do trabalho lançam o seu véu sombrio.E por vezes, também, são poucos aqueles que se dispõe no mapa da vida como amigos a valer.

Mas como vale a pena poder dizer: ‘Cheguei ! E por isso estou preparado para partir.’

Habitualmente duas vezes por ano temos Graduações no Vale de Acór. É assim que chamamos a essa festa em que agradecemos todos, muito, por aquele filho que estava morto e voltou à vida!

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